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Importância dos micronutrientes e manejo da aplicação no milho

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Milho

Os micronutrientes são exigidos em menores quantidades quando comparado aos macronutrientes, mas possuem grandes efeitos na produtividade e qualidade da produção. Leia esse texto e saiba mais sobre a aplicação de micronutrientes na cultura do milho!

Introdução

Todos os micronutrientes são muito importantes no desenvolvimento vegetal, possuindo suas funções específicas no metabolismo da planta. Porém alguns deles possuem papéis mais significativos em certos tipos de plantas.

Por exemplo, em gramíneas, como o milho, micronutrientes como o zinco (Zn), manganês (Mn), ferro (Fe) e boro (B) desempenham funções que são primordiais para uma boa produção. Sendo assim, a falta desses micronutrientes impactam a produtividade da lavoura de milho e para evitar esse cenário o produtor pode focar sua adubação nesses micronutrientes.

É importante ressaltar que esse enfoque só pode ser estabelecido quando macronutrientes e outros micronutrientes já estão em teores satisfatórios no solo ou já foram fornecidos adequadamente. Dessa forma, o fornecimento de Zn, Mn, Fe e B pode maximizar os resultados e trazer benefícios para a lavoura.

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Função dos micronutrientes

O zinco possui papel ativo na fotossíntese, sendo um constituinte da enzima anidrase carbônica, responsável por parte da assimilação do dióxido de carbono (ALLOWAY, 2008). Em plantas C4, como o milho, faz-se necessário uma alta atividade da anidrase carbônica no cloroplasto, a fim de alterar o equilibro para a favor do HCO3, substrato para fosfoenol piruvato carboxilase (PEB Carboxilase) que forma os compostos C4. Portanto, a deficiência de zinco tem efeitos mais drásticos sobre a taxa fotossintética nas plantas C4 do que nas C3 (ALLOWAY, 2008).

O zinco também está presente na síntese do triptofano, que por sua vez está ligado à formação do hormônio ácido indolacético (AIA). Sendo assim, a falta do zinco pode acarretar degradação de auxinas, como o AIA, pela ativação da AIA oxidase, e, também, pode reduzir a síntese desse hormônio (SOLAMI e KENEFICK, 1970).

Outra função deste micronutriente é a manutenção da atividade da dismutase de superóxido, que tem como objetivo a decomposição de radicais oxidantes (O2), possivelmente tóxicos, contribuindo para a integridade das membranas celulares (PRADO, 2008).

Ademais, o zinco tem atuação na reprodução das plantas, uma vez que sua deficiência estimula a produção de ácido abiscísico, causando perda prematura de folhas e botões florais e, também, pela quebra de desenvolvimento e fisiologia e grãos de pólen. Por fim, ressalta-se o papel fundamental do zinco na estrutura e estabilização dos ribossomos, organelas responsáveis pela síntese de proteínas (ALLOWAY, 2008).

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Já o manganês, está relacionado com a fotólise da água na reação de Hill durante a fase clara da fotossíntese no fotossistema II, pois, é o átomo central da proteína catalizadora de tais reações. Além disso, é o ativador enzimático de várias enzimas da fase escura da fotossíntese também, como por exemplo, a enzima málica e carboxiquinase fosfoenolpirúvica (TAIZ et al., 2006).

Outra função importante ocorre nos processos respiratórios, em que sua atuação é de ativador enzimático como na glicólise e no ciclo do ácido cítrico. Também tem participação no controle hormonal, sendo cofator da regulação do ácido indolacético, no metabolismo de N como ativador enzimático da redutase responsável pela redução do nitrato, e de outros compostos metabólicos secundários como a lignificação, aumentando a resistência física à entrada de doenças (MALAVOLTA, 2006).

O ferro, por sua vez, é catalizador enzimático de reações redox, por isso a maior parte deste micronutriente está localizado nos cloroplastos, participando, diretamente na fotossíntese (TAIZ et al., 2017; PRADO [s.d.]). Uma de suas funções primordiais, segundo Taiz et al. (2017), é a participação na biossíntese de clorofila e proteínas, fazendo parte dos grupos heme (compostos orgânicos formados por íons de ferro protegidos com camadas de anéis de protoporfirina) e não heme (ausência de anéis de protoporfirina), características que influem nas reações e assimilação pela planta, uma vez que o ferro não heme fica mais sujeito a sofrer reações metabólicas não desejáveis, como por exemplo, inibição competitiva com o cálcio.

Por fim, o boro está relacionado com a síntese da parede celular e alongamento da célula, favorecendo o cálcio na deposição e na formação de pectatos que farão parte das estruturas. O micronutriente em questão auxilia no mantimento da integridade da membrana ao formar complexos que constituem o plasmalema (UNESP, 2006). O boro também possui função importante no transporte de carboidratos, uma vez que o carboidrato se liga ao boro, o que resulta em um produto mais solúvel às membranas, e tem um efeito positivo relacionado a manutenção dos vasos condutores (MALAVOLTA, 1980). Outro papel que o boro exerce na planta está associado ao crescimento reprodutivo. Assim, o boro promove a deposição da parede celular, o que torna a germinação do grão de pólen e o crescimento do tubo polínico dependente deste micronutriente (UNESP, 2006).

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Deficiência dos micronutrientes

O zinco é um micronutriente presente na formação do triptofano que está fortemente ligado ao hormônio AIA (auxina), este hormônio é responsável pela elongação dos internódios e pelo tamanho das folhas, logo, em caso de deficiência de zinco nas plantas, os principais sintomas serão o encurtamento dos internódios e redução do tamanho das folhas (VITTI, 2021). Além disso, a folhas podem apresentar faixas amareladas ou brancas entre as nervuras (PRADO, 2008).

Figura 1. Diagnose de deficiência de zinco no milho. A esquerda o milho com equilibro nutricional e à direita com subtração de zinco. Fonte: FERREIRA, 2012.
Figura 1. Diagnose de deficiência de zinco no milho. A esquerda o milho com equilibro nutricional e à direita com subtração de zinco. Fonte: FERREIRA, 2012.

O manganês por ser um elemento ligado as reações da fotossíntese sua sintomatologia principal é a clorose entre as nervuras e a formação de um reticulado grosso e verde (FILHO et al., 1994).

Figura 2. Deficiência de manganês no milho. Fonte: COELHO et al.,1995.
Figura 2. Deficiência de manganês no milho. Fonte: COELHO et al.,1995.

A deficiência de ferro, por sua vez, não é tão acentuada em solos tropicais, visto que estes apresentam altos teores de óxido de ferro, porém quando ocorrem estes casos geralmente está relacionado com o aumento do pH. Por conta da sua baixa mobilidade na planta, os primeiros sintomas começam a aparecer nas folhas jovens com o amarelecimento e formação de clorose internerval, e em casos mais extremos pode causar necrose das margens das folhas e até queda das mesmas (SFREDO e BORKET, 2004).

Figura 3. Deficiência de ferro no milho. Disponível em: https://www.biosul.com/uploads/arqs_guias/20190618_172139_20140820_085631_milho.pdf.
Figura 3. Deficiência de ferro no milho. Disponível em: https://www.biosul.com/uploads/arqs_guias/20190618_172139_20140820_085631_milho.pdf.

O boro, assim como o ferro, apresenta os primeiros sintomas nas folhas novas, devido ser pouco móvel nas plantas. Os sintomas característicos da deficiência deste micronutriente é o tecido da planta tornar-se duro, seco e quebradiço. Além disso, as folhas apresentam uma distorção e um menor desenvolvimento, enquanto o florescimento é fortemente afetado, podendo até impedir o desenvolvimento dos frutos (UNESP, 2006).

Figura 4. Deficiência de boro no milho. Fonte: OTTO, 2021.
Figura 4. Deficiência de boro no milho. Fonte: OTTO, 2021.

Adubação do milho com micronutrientes

Via solo

A adubação com micronutrientes no milho pode ocorrer de várias formas: via solo, podendo ser no sulco de plantio ou em cobertura, via foliar ou através de tratamento de sementes. Para a recomendação adequada da quantidade aplicada é necessário recorrer a uma análise de solo para verificar os teores dos nutrientes naquela localidade. A tabela abaixo apresenta os critérios para interpretar as análises de solos na região dos Cerrados.

Tabela 1 - Critérios para interpretação de análise de solos para micronutrientes na Região dos Cerrados Fonte: COELHO, 2006. Extratores: 1Água quente; 2Mehlich-1.
Tabela 1 – Critérios para interpretação de análise de solos para micronutrientes na Região dos Cerrados Fonte: COELHO, 2006. Extratores: 1Água quente; 2Mehlich-1.

No país, o zinco é um dos micronutrientes que mais limita a produção e desenvolvimento das lavouras de milho, principalmente nas regiões de Cerrado. Por isso, a Embrapa Cerrados realizou experimentos para comparar métodos de aplicação de zinco na cultura do milho, como mostra a Tabela 2.

Tabela 2 – Fontes, doses e métodos de aplicação de zinco na cultura do milho em Latossolo Vermelho Escuro. Planaltina - DF. Fonte: Adaptado de GALRÃO, 1994 apud COELHO, 2006. 1 Óxido de Zn (80% de Zn): 1 Kg de ZnO/20 kg de sementes.
Tabela 2 – Fontes, doses e métodos de aplicação de zinco na cultura do milho em Latossolo Vermelho Escuro. Planaltina – DF. Fonte: Adaptado de GALRÃO, 1994 apud COELHO, 2006.
1 Óxido de Zn (80% de Zn): 1 Kg de ZnO/20 kg de sementes.

Segundo Vitti (2021), uma das recomendações de aplicação de micronutrientes na cultura do milho via solo é a demonstrada abaixo. Para as doses de boro o autor recomenda a aplicação via solo agregado ao MAP, quando em sulco de plantio, ou agregado ao KCl, quando aplicado à lanço.

Tabela 3. Doses de aplicação de micronutrientes via solo na cultura do milho. Fonte: VITTI, 2021. *MAP no sulco; ** KCl área total.
Tabela 3. Doses de aplicação de micronutrientes via solo na cultura do milho. Fonte: VITTI, 2021. *MAP no sulco; ** KCl área total.

Via foliar

A cultura do milho possui grande exigência de micronutrientes, como mostra a Tabela 4, para se desenvolver e completar o seu ciclo, principalmente de Zn, Fe e Mn. Por isso, a adubação foliar com micronutrientes apresenta altas respostas, e consequentemente favorece o desenvolvimento da cultura.

Tabela 4 - Exigência nutricional de macro e micronutrientes para o milho (Zea mays) de acordo com a produtividade esperada. Fonte: Adaptado de Gamboa, 1980; Hiroce et al., 1989; Bull, et al., 1989; Bull, 1993; Arnon, 1975; Andrade, 1975; Barbere Olson, 1969; Coelho e França, 1995.
Tabela 4 – Exigência nutricional de macro e micronutrientes para o milho (Zea mays) de acordo com a produtividade esperada. Fonte: Adaptado de Gamboa, 1980; Hiroce et al., 1989; Bull, et al., 1989; Bull, 1993; Arnon, 1975; Andrade, 1975; Barbere Olson, 1969; Coelho e França, 1995.

É necessário que a demanda da planta seja suprida durante os estádios fenológicos do milho e suas exigências nutricionais específicas de cada estádio (VITTI, MIRA, 2020). Com isso, de acordo com Fancelli (2020), as épocas recomendadas de adubação dos micronutrientes via foliar estão descritas na tabela abaixo.

Tabela 5 - Complementação foliar de micronutrientes para o milho (Zea mays). Fonte: Fancelli (2020). 1/ - Devido a baixa mobilidade do Zn e toxidade, recomenda-se dividir sua aplicação em 2 a 4 vezes (em V4, V5-V6 e V7-V8); 2/ - O Mo pode ser fornecido através da aplicação de 25 g.ha-1 via tratamento de semente + 45 g.ha-1 via foliar em V4-V6; 3/ - Usar 200 a 300 g.ha-1 de B na dessecação.
Tabela 5 – Complementação foliar de micronutrientes para o milho (Zea mays). Fonte: Fancelli (2020). 1/ – Devido a baixa mobilidade do Zn e toxidade, recomenda-se dividir sua aplicação em 2 a 4 vezes (em V4, V5-V6 e V7-V8); 2/ – O Mo pode ser fornecido através da aplicação de 25 g.ha-1 via tratamento de semente + 45 g.ha-1 via foliar em V4-V6; 3/ – Usar 200 a 300 g.ha-1 de B na dessecação.

Demais estratégias eficientes de adubação foliar foram registradas por Fancelli (2020), em que a aplicação de 1,5 kg.ha-1 de N somada a 150 g.ha-1 de B junto a aplicação de fungicidas no pré-pendoamento do milho resultaram no aumento de 160 a 310 kg.ha-1 na produtividade.

Nos estádios V4 a V6, a aplicação de 217 g.ha-1 de molibdênio (Mo) em conjunto com o enxofre (S) colaboraram para manutenção metabólica da planta submetida a estresses (FREITAS et al., 2011).

Por fim, cada propriedade possui características próprias, por isso apresentam necessidades especificas de acordo com o tipo de solo e o ambiente onde a lavoura está inserida. Por isso, a recomendação de adubação foliar para o milho, embora feita de acordo com as demandas da cultura, deve ser feita com atenção e embasada nas necessidades da lavoura para que sejam aplicados os nutrientes que atenderão as demandas das plantas, sem que haja faltas ou excessos, evitando perdas e maximizando os ganhos do produtor.

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Referências

ALLOWAY, Brian J. Zinc in soils and crop nutrition. Brussels, Belgium: International Zinc Association, 2008.

ALTARUGIO, L. M. et al. Yield performance of soybean and corn subjected to magnesium foliar spray. Pesquisa Agropecuaria Brasileira, v. 52, n. 12, p. 1185–1191, 2017.

COELHO, Antonio Marcos. Nutrição e adubação do milho. 2006. Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/490410/1/Circ78.pdf. Acesso em: 13 abr. 2022.

COELHO, Antonio Marcos. Seja o doutor do seu milho: nutrição e adubação. Nutrição e adubação. 1995. Disponível em: https://www.npct.com.br/npctweb/npct.nsf/article/BRS-3137/$File/Milho.pdf. Acesso em: 13 abr. 2022.

FANCELLI, A. L. Fatores nutricionais para milho de alto desempenho. Curso nutrição avançada de soja, milho e algodão. Agroadvance. 2020.

FERREIRA, Magna Maria Macedo. Sintomas de deficiência de macro e micronutrientes de plantas de milho híbrido BRS 1010. 2012. Disponível em: http://www.nutricaodeplantas.agr.br/site/downloads/unesp_jaboticabal/omissao_milho11.pdf. Acesso em: 13 abr. 2022.

FREITAS, L. B. DE et al. Adubação foliar com silício na cultura do milho. Revista Ceres, v. 58, n. 2, p. 262–267, 2011.

FILHO, J.O.; MACEDO, N.; TOKESHI, H. Seja o doutor do seu canavial. Informações Agronômicas, nº 67: Potafos, 1994.

MALAVOLTA, Euripedes. Elementos de nutrição Mineral de plantas. São Paulo: Editora Agronômica Ceres Ltda., 1980. MALAVOLTA, Euripedes. Manual de Nutrição Mineral de plantas. São Paulo: Editora Agronômica Ceres Ltda., 2006.

OTTO, Rafael. Aula prática deficiências minerais: Fundamentos para avaliação do estado nutricional. Piracicaba: Universidade de São Paulo, 2021. Color.

PRADO, R.M. Nutrição de plantas. São Paulo: Editora Unesp, 2008. 407 p.

SFREDOO, G.J.; BORKERT, C.M. Deficiências e toxicidades de nutrientes em plantas de soja. Londrina, PR: Embrapa Soja, 2004.

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TAIZ, Lincoln et al. Fisiologia e Desenvolvimento Vegetal. 6. ed. [S.I]: Artmed, 2017.

UNESP. Apostila Nutrição de Plantas. 2006. Disponível em: http://www.nutricaodeplantas.agr.br/site/downloads/unesp_jaboticabal/apostila_ nutricaoplanta_fevereiro_06.pdf. Acesso em: 01 abr. 2022.

VITTI, G. C.; MIRA, A. B. Fertilizing for High Yield and Quality: Maize. Israel: [s.n.]. v. 1

VITTI, Godofredo Cesar. Adubação com micronutrientes. Piracicaba: Esalq, 2021. Color.

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