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Adubação Foliar na Cultura da Soja

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Cultura da Soja

A cultura da soja (Glycine max) possui grande destaque no cenário nacional, visto que é umas das culturas mais plantadas no território brasileiro (MARTINI, et. al.,2016). A soja detém forte importância econômica, pois em 2020, o Brasil passou a ser o maior produtor mundial deste grão. Por isso, nota-se um interesse em expansão de área cultivada e de aumento de produtividade, para isso, progressos científicos têm contribuído fortemente (STAUT, 2016).

Uma das principais formas de aumento de produtividade para a cultura da soja é através do fornecimento de nutrientes às plantas. E um modo de adubação que está ganhando destaque é a adubação foliar. Entretanto, ressalta-se a necessidade de realizá-la de forma eficiente de acordo com o momento correto de aplicação, nutrientes a serem aplicados, épocas e dosagens (STAUT, 2016).

Preceitos e importância da Adubação Foliar

A adubação foliar consiste no fornecimento de nutrientes às plantas através de pulverizações, uma vez que os vegetais possuem capacidade de absorção de nutrientes por meio das folhas (OTTO, 2021).

Os solos brasileiros, em geral, detêm baixos teores de nutrientes, e com a exploração agrícola em regiões tropicais e subtropicais ocorre o aumento da necessidade de nutrientes, além de uma elevada remoção deste, através da exportação pela planta e perdas através do processo de lixiviação. Por esses fatores, torna-se necessária a reposição dos elementos essenciais para as plantas, a fim de evitar deficiências nutricionais. A principal forma de aplicação dos nutrientes nas culturas é via solo, todavia para estes estarem disponíveis às plantas, sofrem algumas reações, e também sua absorção pode ser influenciada por fatores relacionados a solo, como por exemplo, textura. Com isso a adubação foliar está ganhando destaque nas lavouras (STAUT, 2016).

A adubação foliar é uma técnica usada com o objetivo de suprir a necessidade nutricional das plantas, consequentemente elevando seu rendimento. O fornecimento foliar é de suma importância devido a diversas vantagens, como a resposta praticamente imediata, capaz de corrigir deficiências nutricionais mais rapidamente e durante todo ciclo. Outro benefício da pulverização é a distribuição mais uniforme dos nutrientes em comparação a fertilizantes granulados e misturas físicas. A adubação via folha também é usada nas etapas nas quais as plantas possuem uma demanda específica de determinado nutriente, com isso a adubação torna-se mais eficiente. Desta forma, a adubação foliar age como forma de complementação nutricional da adubação via solo. Por todos estes benefícios e pela capacidade de elevação de produtividade, que a adubação foliar ganha ênfase e maior adesão entre produtores de todo Brasil (NACHTIGALL & NAVA, s.d).

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Mecanismos de absorção foliar

Além de absorver nutrientes por meio das raízes, grande parte das plantas é capaz de absorver nutrientes aplicados às suas folhas. Esta forma de aplicação pode possuir algumas vantagens quando comparada às aplicações via solo, como menor intervalo de tempo entre a aplicação e a absorção, e a inexistência do problema da imobilização de nutrientes, como há no solo, auxiliando no manejo da adubação de elementos pouco móveis no solo, como o ferro, manganês e cobre (TAIZ et al., 2017).  

Essa forma de aplicação tem maior eficiência quando é aplicada uma película fina. Assim, é comum o uso de compostos surfactantes na adubação foliar, os quais reduzem a tensão superficial da água, aumentando a absorção. Nesse sentido, a movimentação dos nutrientes para a planta pode ocorrer por meio da difusão através da cutícula, absorção pelas células da folha e através de fendas estomáticas (TAIZ et al., 2017).

A absorção de nutrientes pela folha pode ocorrer de basicamente três formas distintas: por meio da cutícula, por estômatos e tricomas e através de rachaduras e imperfeições cuticulares (FERNÁNDEZ et al., 2015), entretanto, é mais representativa nesta última forma, que será explicada a seguir.

Estas rachaduras e imperfeições são denominadas ectodesmos, poros de diâmetro reduzido. Estas estruturas são responsáveis pela permeabilidade da cutícula, através da difusão, que é favorecida quando os estômatos estiverem abertos, pois há a criação de uma corrente respiratória, transportando os nutrientes aplicados para o interior das folhas (MARRENCO & LOPES, 2009). Na figura 1, é possível observar os ectodesmos, representados por “rachaduras”.

Os ectodesmos apresentam cargas negativas fixas as quais elevam a densidade da parte externa para a parte interna da cutícula, resultando em maior absorção de cátions em relação a ânions, pois apresentam maior permeabilidade através do gradiente de cargas, enquanto os ânions são repelidos por estas cargas negativas (FAGAN et al., 2016).

Figura 1: Diagrama da anatomia foliar.  Fonte: Fernandez et al. (2015).
Figura 1: Diagrama da anatomia foliar. Fonte: Fernandez et al. (2015).

A absorção foliar pode ser dividida em duas fases, a passiva e a ativa. Na primeira, os íons são transportados para o interior da planta por meio de fenômenos físicos, como a difusão e troca iônica. Os nutrientes passam pela cutícula, parede celular, espaços intercelulares e, posteriormente, atingem o plasmalema. Este é a membrana celular que recobre o citoplasma e as organelas, sendo a última barreira a absorção. Na segunda fase, o nutriente atravessa o plasmalema e adentra no citoplasma, podendo ser acumulado no vacúolo ou transportado para diferentes porções da planta, com gasto energético (MARRENCO, LOPES, 2009; FAGAN et al., 2016; TAIZ & ZEIGER, 2017).

Visando danificar menos as folhas e aumentar a eficiência, as aplicações foliares devem ser feitas em horários amenos do dia, pois caso sejam realizadas sob sol quente, a evapotranspiração elevada pode levar ao acúmulo de sais na superfície foliar e resultar na queima e ressecamento (TAIZ et al., 2017).

Os fatores que interferem na absorção foliar são divididos em internos e externos. Dentre os externos: umidade do ar elevada favorece a absorção e temperatura elevada reduz, pois acelera o processo de secamento da solução aplicada na folha, podendo o tempo de contato não ser suficiente para a absorção (MARENCO & LOPES, 2009; FAGAN et al., 2016). Quanto aos fatores internos: a idade da folha, pois conforme elas ficam mais desenvolvidas, a absorção diminui por conta da redução do metabolismo destas; a espessura da cutícula; a quantidade de estômatos e de ectodesmos, pois são estruturas que têm relação direta com a taxa de absorção foliar (FAGAN et al., 2016).

Na tabela 1, segue o tempo de absorção necessário para alguns nutrientes.

Tabela 1: Tempo de absorção foliar de alguns nutrientes. Fonte: Adaptado de Malavolta (1987).
Tabela 1: Tempo de absorção foliar de alguns nutrientes. Fonte: Adaptado de Malavolta (1987).
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Amostragem foliar

A amostragem e posterior análise foliar é realizada a fim de determinar a concentração de elementos em certa cultura, baseando em seu estádio de desenvolvimento morfologicamente definido (LUCENA, 1997 apud PAULETTI, 2012). Dessa forma, a análise foliar não é recomendada como substituição da análise de solo, mas sim para determinação da relação de concentração foliar com produtividade, identificação de fome oculta, deficiência ou excesso de elementos, ajuste de adubações, exigência das plantas, entre outros (PAULETTI, 2012).

Há muita divergência quanto à época, quantidade e período de amostragem. Segundo o manual de adubação e de calagem para os Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina (2004) apud Pauletti (2012), para a cultura da soja devem ser coletadas 30 folhas com pecíolo por talhão no período de R1 e na terceira folha completamente expandida. Já segundo Castro et al. ([20–?]), a coleta deve ser realizada quando mais de 50% das plantas estiverem em R1, utilizando-se a terceira ou quarta folha (sem pecíolo) a partir do ápice da haste principal, totalizando 35 folhas.

Principais recomendações

Na adubação foliar, os macronutrientes não são comumente aplicados, isto porque são exigidos em altas quantidades, e a adubação via folha realiza aplicação de pequenas doses devido ao risco de fitoxidez. Com isso, essa técnica é majoritariamente usada para fornecimento de micronutrientes, requeridos em pequenas doses pela planta, desta forma a adubação foliar é a via mais adequada de aplicação (NACHTIGALL & NAVA, [20–?]).

Tabela 2. Recomendação de adubação foliar para soja com produtos à base de sulfato.  Fonte: Vitti, 2021.
Tabela 2. Recomendação de adubação foliar para soja com produtos à base de sulfato. Fonte: Vitti, 2021.

Estudos demonstraram que, no caso do manganês (Mn) produtividades máximas foram atingidas na dose de 150 g. ha-1. Sua importância está relacionada com o seu papel de constituinte de enzimas, tendo participação indireta para formação de clorofila, e ativar reações ligadas ao processo de fotossíntese (HANSEL & OLIVEIRA, 2016), por esses fatores que sua aplicação é realizada na fase vegetativa e na fase R2 (florescimento pleno), quando ocorre pico de fotossíntese.

Ainda sobre o manganês, outra importância sobre sua aplicação é a sua relação com o glifosato. O cultivo de soja geneticamente modificada Roundup Ready (RR) é uma crescente no Brasil, entretanto começou a se observar que após aplicação de glifosato, ocorria um amarelecimento das folhas. De acordo com estudos de HUBER (2007) apud MANEIRA (2017), descobriu-se que após o uso de glifosato na soja, a comunidade de microrganismos redutores de manganês presentes na região da rizosfera caiu significativamente, em contrapartida houve o aumento da população de microrganismos oxidantes, e estes favorecem a transformação de manganês bivalente (Mn2+), forma absorvida pela planta, em manganês tetravalente (Mn4+), forma inativa que a planta não absorve, consequentemente ocorrendo deficiência. Para mitigar este efeito, recomenda-se a adição de manganês suplementar no momento correto, visando suprir o manganês que foi oxidado (MANEIRA, 2017).

O zinco (Zn) apresenta grande importância para as plantas, visto que participa de muitos processos, incluindo fotossíntese, respiração, controle hormonal, síntese de aminoácidos e proteínas. Devido a estas participações sua deficiência pode causar encurtamento dos internódios, e folhas pequenas com sinais de clorose. (MARSCHNER, 2012 e SFREDO, 2008, apud OLIVEIRA et. al., 2017)

Em relação ao cobre (Cu), sua importância se deve ao fato de estar atrelado ao crescimento e desenvolvimento da planta. Este micronutriente participa de reações redox, estando relacionado com o transporte de elétrons na fotossíntese e atua também como ativador enzimático. (HANSEL & OLIVEIRA, 2016).

O molibdênio (Mo) e o cobalto (Co) são elementos importantes para fixação e incorporação do nitrogênio na planta, sendo essenciais para a fixação biológica de nitrogênio (FBN), visto que o molibdênio é componente do complexo enzimático da nitrogenase, pois é constituinte da molibdato-ferro-proteína, e o cobalto auxilia na síntese de cobalamina e de leghemoglobina, que são elementos presentes nos nódulos. Estudos de Dourado Neto et.al. (2012), demonstraram que a aplicação foliar de Mo e Co no estágio V4 da soja acarretou em um aumento do número de vagens e rendimento dos grãos na cultura (HANSEL & OLIVEIRA, 2016).

O níquel (Ni) é um micronutriente constituinte da metaloenzima urease, responsável por transformar a ureia hidroliticamente em amônia e gás carbônico, também é constituinte da enzima hidrogenase, participante da fixação biológica de nitrogênio (FBN) (RODAK et al., [20–])

A soja é uma das culturas anuais que mais extraem boro (B), tratando-se de um elemento essencial, pois participa de diversos processos importantes para a planta, sendo os principais a síntese da parede celular e a integridade da membrana plasmática (RAIMUNDI et al., 2020). Por ter essa função, sua aplicação ocorre nos estádios R2 e R5.1, devido ao crescimento do tubo polínico e na expressão das paredes celulares dos grãos.

O magnésio (Mg) é um dos macronutrientes usado na adubação foliar. Ele é constituinte da clorofila, pigmento essencial para o processo fotossintético, mas também participa de outras rotas metabólicas, como ativador enzimático e translocação de fotoassimilados, função importante para translocar nutrientes da folha para os grãos. Pesquisas realizadas demonstraram maiores aumentos na cultura da soja quando aplicação via foliar ocorreu no florescimento e no enchimento dos grãos (ZAVASCHI apud FEBRAPDP, 2018).

O fósforo (P), macronutriente primário, possui funções importantes, como na transferência de energia nas células através do ATP, na respiração e na fotossíntese. Além disso o fósforo é constituinte dos ácidos nucleicos, e de diversas coenzimas e fosfolipídeos. (GRANT et. al., 2001). Portanto, devido a esta alta demanda por fósforo, principalmente no estágio reprodutivo da soja, a adubação via folha age como um meio de complementação deste nutriente (DUARTE, 2020). Além disso, quando aplicado em conjunto com o magnésio (Mg) ocorre uma interação sinérgica, onde juntos auxiliarão na translocação de fotoassimilados para os grãos (VITTI, 2021).

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Tecnologia de aplicação

A Tecnologia de Aplicação de Produtos é o emprego de todos os conhecimentos científicos que proporcionem a correta colocação do produto ativo utilizado no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica, com o mínimo de contaminação de outras áreas (MATUO, 2001 apud RAMOS et al., 2004). Dessa forma, há vários aspectos que influenciam na qualidade da aplicação, sendo os principais explicados a seguir.

Como fonte de micronutrientes de aplicação foliar, temos os sais, quelatos, fosfitos e suspenções concentradas, que possuem características variando conforme a figura 2. Os quelatos são bastante utilizados na agricultura atual, pois são menos susceptíveis às reações que podem causar sua precipitação, e os tornarão indisponíveis às plantas. Tal fonte é formada pela combinação de um agente quelatizante, por meio de ligações coordenadas com um metal, dissociando-se em pequenas quantidades nas soluções.

Figura 2: Características das principais fontes para adubação foliar. Fonte: Otto (2021).
Figura 2: Características das principais fontes para adubação foliar. Fonte: Otto (2021).

Ademais, existem no mercado produtos capazes de melhorar a eficiência da adubação foliar, como umectantes e surfactantes. O primeiro é responsável por aumentar a absorção dos nutrientes, pois aumenta o tempo de secagem dos fertilizantes. Já o segundo resulta na redução da tensão superficial da gota, melhorando seu espalhamento sobre a superfície foliar (OTTO, 2021).

A utilização de filtros corretos é importante, principalmente, em formulações pó molhável (PM) ou suspenção concentrada (SC), pois possuem partículas sólidas em suspenção na calda e podem apresentar falhas quando utilizados filtros malha 80 (80 aberturas em 1 polegada) ou superior, devido ao diâmetro do pó poder ser maior que a abertura das peneiras. Na mistura de tanque de suspensões (PM ou SC) com adjuvantes oleosos, este problema pode ser potencializado pela coalizão de duas ou mais partículas de pó em uma de óleo (RAMOS et al., 2004).

Figura 3: Diferença das aplicações quando se varia a malha dos filtros.  Fonte: Ramos et al. (2004).
Figura 3: Diferença das aplicações quando se varia a malha dos filtros. Fonte: Ramos et al. (2004).

Outro aspecto importante são as condições climáticas, sendo que certos fatores podem determinar a interrupção de uma pulverização, como vento, temperatura e umidade relativa do ar. O vento, por exemplo, pode arrastar as gotas em uma maior ou menor distância (deriva), variando de acordo com seu peso, e influenciar negativamente a distribuição das gotículas de uma aplicação. Já a temperatura e a umidade relativa do ar, podem contribuir para uma evaporação mais rápida das gotas, diminuindo o tempo para absorção foliar.

Portanto, as condições limitantes para uma boa pulverização são:

  • Umidade relativa do ar: mínima de 55%;
  • Velocidade do vento: 3 a 10 km/h;
  • Temperatura abaixo de 30º C.

A figura 4 mostra algumas variantes na velocidade do vento e suas possíveis consequências.

Figura 4: Influência do vento na qualidade da aplicação. Fonte: Ramos et al. (2004).
Figura 4: Influência do vento na qualidade da aplicação. Fonte: Ramos et al. (2004).

Conclusão

A adubação foliar atualmente é uma técnica que está sendo muito explorada, visto que é uma via alternativa para fornecimento, reposição ou complementação de elementos essenciais, com capacidade de corrigir as deficiências de uma forma mais imediata quando comparada com a adubação via solo.

Essa técnica está ganhando destaque por se observar um incremento na produtividade de grãos, visto que o uso de micronutrientes auxilia a lavoura alcançar maiores produtividades, e a aplicação mais fácil e eficiente de micronutrientes é por meio da adubação foliar, que permite aplicação de pequenas doses de forma mais homogênea.

Para saber mais sobre o assunto aguarde os próximos posts sobre práticas corretivas ou entre em contato com o Grupo de Apoio à Pesquisa e Extensão – GAPE que possui área de atuação em fertilidade do solo, nutrição de plantas, adubos e adubação.

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Referências

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